“Quero chegar aos 80 anos com a possibilidade de continuar a produzir”, Fernando Alvim

0
32
Fernando Alvim é arquitecto, músico, curador e artista plástico angolano. Foto: DR
- Publicidade -

Estas palavras foram proferidas na quarta-feira, 10, pelo curador angolano premiado na categoria de artes plásticas do Prémio Nacional de Cultura e Artes, edição 2022, numa gala ocorrida no Hotel Epic Sana, em Luanda.

“Estou feliz pelo reconhecimento, sobretudo por ser no ano do centenário de Agostinho Neto”, frisou publicamente Fernando Alvim.

Para além do artista plástico, Armando Rosa, Jean Michel Mabeko Tali e os representantes de Agostinho Neto, Geração 80, Companhia de Dança Contemporânea da Zap e Mário Rui Silva são igualmente os vencedores do Prémio Nacional de Cultura e Artes, edição 2022.

Fernando Alvim é também arquitecto e músico angolano que inaugurou a sua primeira exposição de desenho aos 17 anos, na Avenida Lenine, em Luanda.

Considerado como o maior reconhecimento do Estado, o Prémio Nacional de Cultura e Artes honra o trabalho desenvolvido pelos artistas angolanos nas suas mais variadas formas de ex-pressão artística. 

Incentivar a criação artística e cultural, bem como a investigação científica no domínio das ciências humanas e sociais constituem os principais objectivos desta iniciativa criada por Decreto Presidencial nº 31/00, de 30 de Junho de 2000.

Fazem parte da lista de vencedores do Prémio Nacional de Cultura e Artes várias referências das artes e cultura nacional como Óscar Ribas, Viteix, Zé Keno, Rui Duarte de Carvalho, Boaventura Cardoso, Ngola Ritmos, Pepetela, Bonga, Waldemar Bastos, Óscar Gil, António Ole, Jorge Macedo, Maria João Ganga, Nguxi dos Santos, Carlos Lamartine e outros.

Deixe o seu comentário
Artigo anteriorMaria da Paz encanta na Igreja Maranata
Próximo artigoArtistas cantam em homenagem ao estudante assassinado em Luanda

DEIXE O SEU COMENTÁRIO

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui