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Ministro defende diplomacia cultural como “ponte” para relação com EUA

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O ministro da Cultura, Turismo e Ambiente, Jomo Fortunato, apontou, nesta quarta-feira, 18, a via da diplomacia cultural como ponte para o incremento das relações de amizade e cooperação com os Estados Unidos da América (EUA), rumo a significativas e criativas estratégias de aproximação económica.

De acordo com o responsável ministerial, que falava dias antes da sua deslocação ao Estado da Virgínia para participar na cerimónia em alusão aos 402 anos da chegada dos primeiros africanos saídos de Angola, é sempre “uma oportunidade singular para Angola projectar a sua imagem e divulgar a importância histórica de um passado que pode ser reaproveitado, na perspectiva do desenvolvimento económico”. “Esta homenagem celebra a coragem de mulheres e homens que embarcaram numa viagem que transformou o curso da história de um povo e de um continente.

Quanto a nós, estamos de braços abertos para receber os nossos irmãos americanos, rumo ao progresso”, reforçou Jomo Fortunato, em entrevista à Angop. No domínio do Ambiente, Jomo Fortunato destacou o papel que os EUA têm desempenhado no apoio aos projectos ambientais, na sua relação com o Instituto de Biodiversidade e Conservação, concretizada no combate à caça furtiva e ao tráfico da vida selvagem em Angola.

Os primeiros navios portugueses transportando africanos, que tinham sido raptados e vendidos como escravos no território que viria a ser Angola, chegaram à cidade de Jamestown, no Estado da Virgínia, na altura uma colónia britânica, em Agosto de 1619.

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