Escola Ritmus homenageiam clássicos angolanos em concerto

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Em homenagem ao dia da Independência de Angola, familiares e amigos dos alunos da Ritmus – escola de música presenciaram o desempenho dos mesmos, num concerto com músicas e execuções de instrumentais diversos.

A escola de música Ritmus realizou no último Domingo, 24, o concerto “Canta e Conta Histórias de Angola – Concerto do Final de Ano”, em homenagem ao Dia 11 de Novembro, dia da Independência Nacional, no Atrium Nova Vida Shopping Center, em Luanda.

O evento abriu com a actuação de todos os alunos da escola a entoarem o Hino Nacional de Angola e de seguida o hino da escola de música, seguindo-se as palavras do músico e compositor angolano Carlos Lamartine, que fez uma abordagem acerca da História da Música Angolana.

Com suporte musical dos professores que formaram a banda Ritmus, os estudantes interpretaram os clássicos de artistas angolanos como Filipe Mukenga, Lourdes Van-Dúnem e Liceu Vieira Dias, animando os encarregados e público em geral que se deslocou ao Shopping Atrium.

Numa apresentação Herlander Glenóide, apresentador do programa Mitos Urbanos, da Televisão Pública de Angola, a Banda Ritmus voltou a subir ao palco, desfilando a música “Querida Pátria”, de Sam Mangwana; que mereceu os aplausos do público, constituído por pais, músicos, artistas e convidados. Momento este, em que o apresentador do evento, que vestia uma camisola amarela, com a marca da escola, e um calção branco, chamou os pais de alguns alunos – os quais tocavam com a Banda – ao palco para interpretarem a música de Sam Mangwana, cujos desempenho mereceu igualmente os aplausos do público.

Interpretando a música gospel “Happy Day”, a professora Feliciana subiu ao palco com vários alunos, que trajavam blusas brancas e saias feitas de pano samakaka, as meninas; ao passo que os meninos, vestiam camisolas brancas e calças pretas; todos eles a cantaram coro da música, que a seguir, interpretaram “Meninos do Huambo”, música de Rui Mingas.

“Meus Cabelos Brancos”, de Tela Lando; “Teresa Ana”, de Waldemar Bastos; “Minha Angola, Minha Terra”, de Ruy Mingas; “Muxima”, de André Mingas; e  “Angola no Coração”, de Filipe Mukenga, foram as música exibidas pela Banda Ritmus, aquando do seu regresso ao palco, deixando o públicos ao rubro.

Para desfilar a dança kazukuta, as meninas entraram no palco com bacia azul na cabeça e os meninos caminhavam com uma bengala, acompanhados por dois professores da escola, fazendo uma roda de dança no palco, seguindo-se da interpretação da música “País Novo”, de Matias Damásio.

Falando em exclusivo ao Marimba Selutu, depois do evento, o coordenador Pedagógico, Rosário Tabares, enfatizou que a Ritmus preparou os seus alunos para realizarem um concerto alusivo ao Dia da Independência de Angola.

“Como estamos no mês de Novembro, aproveitamos contar um pouco sobre a História do País, embora ela seja extensão. Ainda assim, a tentamos comprimir para ver, se conseguimos contá-la em duas horas. Isto é, os nossos alunos contaram um pouco sobre a evolução da Música Angolana.”, explicou, afirmando que o evento serviu para homenagear, o que considera ser “os grandes músicos da Música Angolana”.

Por seu turno, a directora da Ritmus, Luísamercedes González de Benatuil, “Luisamer”, disse que a escola de música tem matriculado, para este ano lectivo, 85 alunos e conta com 8 professores e que recebem crianças a partir dos 3 anos de idade em diante (uma escola para crianças, jovens e adultos).

Falando em exclusivo ao Marimba Selutu, depois do evento, o coordenador Pedagógico, Rosário Tabares, enfatizou que a Ritmus preparou os seus alunos para realizarem um concerto alusivo ao Dia da Independência de Angola.

“Como estamos no mês de Novembro, aproveitamos contar um pouco sobre a História do País, embora ela seja extensão. Ainda assim, a tentamos comprimir para ver, se conseguimos contá-la em duas horas. Isto é, os nossos alunos contaram um pouco sobre a evolução da Música Angolana.”, explicou, afirmando que o evento serviu para homenagear, o que considera ser “os grandes músicos da Música Angolana”.

Por seu turno, a directora da Ritmus, Luísamercedes González de Benatuil, “Luisamer”, disse que a escola de música tem matriculado, para este ano lectivo, 85 alunos e conta com 8 professores e que recebem crianças a partir dos 3 anos de idade em diante (uma escola para crianças, jovens e adultos).

“A Ritmus é um aporte para a educação em Angola. Não só no nível musical, mas também no ensino de valores como profissionalismo, trabalho em equipa, criatividade, melhoria e integridade.”, fez saber Luisamer, anunciando que no próximo dia 14 de Dezembro haverá um concerto na escola de música Ritmus, a qual conta com os cursos de Piano, Canto, Bateria, Violino, Guitarra Clássica, Flauta e Musicalização Infantil.

A escola de música Ritmus foi criada em 2016, em Luanda, com o nome de Tehila. Mais tarde em 2019, se mudou a identidade como escola e o nome, passando a ter como foco juntar o moderno ao tradicional, preservar as raízes africanas em especial angolanas e assim se tornar na que é hoje Ritmus – Escola de música. Mais do que simplesmente música a escola espera agregar valor aos seus alunos no domínio cultural e intelectual.

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